Sete e quinze (ou poeminha insone)
Às 7h15
Os sinos soam
De dentro do mosteiro
Do alto do morro
Às 7h15
A corneta estridente
Dentro do batalhão
Berra o Toque da Alvorada
Monges e soldados
Dão bom dia à mesma hora
Todas as manhãs em frente ao meu quarto
Os primeiros em Belo Horizonte
E os outros em São Paulo.
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